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Inventário de práticas agroecológicas na metodologia “de camponês/a a camponês/a” no ceará : um instrumento para descolonizar o território e (re)valorizar o conhecimento camponês

Tipo de material: Artículo
 en línea Artículo en línea Idioma: Español Tipo de contenido:
  • Texto
Tipo de medio:
  • Computadora
Tipo de soporte:
  • Recurso en línea
Otro título:
  • Inventory of agroecological practices as part of the “peasant to peasant” methodology in ceará an instrument to decolonize a territory and (re)value peasant knowledge [Título paralelo]
Tema(s) en español: Tema(s) en inglés: Recurso en línea: En: Desenvolvimento e Meio Ambiente Volumen 58 (2021), páginas 551-578Nota de acceso: Acceso en línea sin restricciones Resumen:
Inglés

In this article we address the use of an inventory or mapping of agroecological practices, which is part of the “Peasant to Peasant” methodology (PtP) for promoting the territorialization of peasant agroecology, as a method that also serves for the epistemic decolonization of a territory. The so-called Green Revolution involved the imposition of exogenous technologies and knowledge, causing the fragmentation and devaluing of local peasant knowledge and farming practices adapted to local conditions. In efect, it was an epistemic colonization. The PtP methodology is based on peasant protagonism to recover and socialize agroecological knowledge. We use the case of the PtP process in the Santana land reform settlement of the Landless Rural Workers Movement (MST) in Ceará, Brazil, to demonstrate and analyze the inventory of Practices as a collective tool for decolonization as part of the territorialization of agroecology.

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In this article we address the use of an inventory or mapping of agroecological practices, which is part of the “Peasant to Peasant” methodology (PtP) for promoting the territorialization of peasant agroecology, as a method that also serves for the epistemic decolonization of a territory. The so-called Green Revolution involved the imposition of exogenous technologies and knowledge, causing the fragmentation and devaluing of local peasant knowledge and farming practices adapted to local conditions. In efect, it was an epistemic colonization. The PtP methodology is based on peasant protagonism to recover and socialize agroecological knowledge. We use the case of the PtP process in the Santana land reform settlement of the Landless Rural Workers Movement (MST) in Ceará, Brazil, to demonstrate and analyze the inventory of Practices as a collective tool for decolonization as part of the territorialization of agroecology. Inglés

Neste artigo abordamos o uso do inventário ou mapeamento de práticas agroecológicas, que faz parte da metodologia “de Camponês/a a Camponês/a” (CaC) para promover a territorialização da agroecologia camponesa, como método também para a descolonização epistêmica de um território. A chamada Revolução Verde envolveu a imposição de tecnologias e conhecimentos exógenos, provocando a fragmentação e desvalorização dos conhecimentos e práticas agrícolas camponesas locais, adaptados às condições locais. Na verdade, foi uma colonização epistêmica. A metodologia CaC é baseada no protagonismo camponês para recuperar e socializar o conhecimento agroecológico. Utilizamos o caso do processo CaC no Assentamento Santana, assentamento de reforma agrária do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Ceará, Brasil, com o intuito de demonstrar e analisar o inventário de práticas como uma ferramenta coletiva de descolonização na territorialização da agroecologia. Portugués