Inventário de práticas agroecológicas na metodologia “de camponês/a a camponês/a” no ceará : um instrumento para descolonizar o território e (re)valorizar o conhecimento camponês
Tipo de material:
Artículo
en línea Idioma: Español Tipo de contenido: - Texto
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- Inventory of agroecological practices as part of the “peasant to peasant” methodology in ceará an instrument to decolonize a territory and (re)value peasant knowledge [Título paralelo]
| Tipo de ítem | Biblioteca actual | Colección | Estado | Código de barras | |
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| Artículos | Biblioteca Electrónica Recursos en línea (RE) | ECOSUR | Recurso digital | ECO400000062206 |
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In this article we address the use of an inventory or mapping of agroecological practices, which is part of the “Peasant to Peasant” methodology (PtP) for promoting the territorialization of peasant agroecology, as a method that also serves for the epistemic decolonization of a territory. The so-called Green Revolution involved the imposition of exogenous technologies and knowledge, causing the fragmentation and devaluing of local peasant knowledge and farming practices adapted to local conditions. In efect, it was an epistemic colonization. The PtP methodology is based on peasant protagonism to recover and socialize agroecological knowledge. We use the case of the PtP process in the Santana land reform settlement of the Landless Rural Workers Movement (MST) in Ceará, Brazil, to demonstrate and analyze the inventory of Practices as a collective tool for decolonization as part of the territorialization of agroecology. Inglés
Neste artigo abordamos o uso do inventário ou mapeamento de práticas agroecológicas, que faz parte da metodologia “de Camponês/a a Camponês/a” (CaC) para promover a territorialização da agroecologia camponesa, como método também para a descolonização epistêmica de um território. A chamada Revolução Verde envolveu a imposição de tecnologias e conhecimentos exógenos, provocando a fragmentação e desvalorização dos conhecimentos e práticas agrícolas camponesas locais, adaptados às condições locais. Na verdade, foi uma colonização epistêmica. A metodologia CaC é baseada no protagonismo camponês para recuperar e socializar o conhecimento agroecológico. Utilizamos o caso do processo CaC no Assentamento Santana, assentamento de reforma agrária do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Ceará, Brasil, com o intuito de demonstrar e analisar o inventário de práticas como uma ferramenta coletiva de descolonização na territorialização da agroecologia. Portugués